Games violentos e sua polêmica



Provocou muita polêmica e debate aqui no Infosfera a declaração do presidente da Venezuela Hugo Chávez dizendo que o PlayStation é um veneno para as crianças. Em uma nova etapa do assunto, na última semana entrou em vigor no país uma lei que proíbe na Venezuela a venda e importação de games considerados violentos.

A medida visa diminuir o ambiente de criminalidade do país. Conforme a BBC, o autor da lei - o deputado da base governista Wilmer Iglesias - considera um primeiro passo para tentar conscientizar a população.

São definidos como violentos os jogos que mostrem imagens que promovam ou incitem atos como agressão física, assassinatos e roubos (um exemplo é o GTA, na imagem acima). Games desse tipo levariam as crianças a naturalizarem a violência, transferindo este tipo de comportamento para a vida adulta.

A lei também proíbe o comércio de brinquedos com apelo bélico (como reproduções de armas de fogo). Quem desrespeitar a legislação pode ser preso e cumprir pena de três a cinco anos, além de pagar multas.

Mas será que adianta proibir os jogos ditos violentos? Será que o problema está no jogo? Ou em quem joga? Ou na combinação de ambos?

Faz um tempo, tivemos aqui no Infosfera o caso do rapaz viciado em “Counter-Strike” que matou a própria mãe porque ela não pagou a conta da internet e o serviço foi cortado. Muitos associaram o comportamento violento com o game; outros inocentaram o jogo e ressaltaram os problemas do jovem.

Está reaberta a polêmica: jogos violentos deixam as pessoas mais violentas?

By:
André Crespani do INFOSFERA

Eu jogo jogos violentos, sei disso, mas tenho plena consciência do que é certo e errado =D


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